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Assim, quando os alunos calculam mentalmente recorrem às suas representações mentais da realidade modelos, imagens ou representações proposicionais para mobilizar factos numéricos, regras memorizadas e relações numéricas. Assessment for learning: Putting it into practice. Depois o aluno tem que ler aquilo muito bem, interpretar! Nesse sentido, metacognio o desenvolvimento da aprendizagem que ocorre nas interaes pela possibilidade do aprendiz refletir sobre e durante o processo cf. Mathematics Education Research Journal, 16 2 ,. Caro Cristi eu tenho um pedido, se você ainda pode saber alguns tutoriais sobre o Windows 7 e dizer por que 7 usar o Windows XP, em vez de ver o mundo que ela realmente bom este novo sistema operacional. Schön, D.

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Alm disso, esses estudantes so tambm capazes de refletir sobre suas aes nesse processo, revelando influncia positiva da autorregulao sobre o desenvolvimento cognitivo propriamente dito. A esse respeito, dentre as vrias vantagens descritas sobre estratgias cognitivas e metacognitivas de aprendizagem para a autorregulao1, Shea e Bidjerano destacam a autorreflexo, a auto-explanao e o auto-monitoramento, as quais se pode dizer so aquelas que favorecem o desenvolvimento de um modelo cognitivo global capaz de fornecer o entendimento dos benefcios de qualquer processo de ensino e de aprendizagem.

Essa forma de se conceber a autorregulao como processo cognitivo e interacional relevante ao desenvolvimento da aprendizagem exige que a avaliao seja vista como um processo de construo social complexo e formativo, cuja preocupao central permitir que se compreenda "como o estudante aprende" cf. Por outro lado, no Brasil de forma geral, os professores s conseguem detectar as dificuldades de aprendizagem dos estudantes na hora de uma avaliao, geralmente, uma avaliao somativa, aquela que se d posteriormente ao processo interacional de ensino, para verificar se o estudante aprendeu, ou no, o contedo abordado.

Diante desses pressupostos, a presente pesquisa tem por objetivo conceber e verificar a efetividade do uso de um artefato2 social para avaliao formadora em ambiente virtual de aprendizagem, por meio da estratgia de corregulao. O artefato social proposto serviu de suporte para que estudantes pudessem expressar suas dificuldades e receber ajuda durante todo o processo de ensino e de aprendizagem cf.

No sentido geral a palavra autorregulao significa propriedade de algo ou algum que se regula a si prprio sem ao externa. Ento, como associar essa inclinao s novas tecnologias, ao objetivo pedaggico de sanar eventuais dificuldades de aprendizado? Para responder esta questo, o presente estudo partiu da construo de um artefato tecnolgico para uso em situaes de ensino e aprendizagem, capaz de promover no usurio a realizao de atividades autorregulatrias.

Objetivou proporcionar aos estudantes a possibilidade de expresso de suas dificuldades e, assim, desenvolver a habilidade de, com a ajuda de seus respectivos pares, refletir sobre a prpria aprendizagem. A participao do professor foi prevista com a funo de par annimo.

Importante destacar que esta proposta baseou-se em uma atividade autorregulatria com papel e lpis, apresentada por Sanmart , em seu livro onde mostra a produo final de uma atividade prtica, realizada em sala de aula.

Apesar das modalidades de avaliao existentes listadas acima cf. Mesmo o vestibular no tendo a ver com educao, mas com a incapacidade do poder pblico de fornecer ensino universitrio para quem quer estudar, diz Luckesi , o ensino, 3. Logo comum a aceitao de testes que no medem o aprendizado propriamente dito. Segundo Sanmart , p.

Isso exige dos professores e estudantes uma nova cultura de avaliao. Observando-se mais proximamente a avaliao formativa e a formadora, possvel afirmar que elas so as modalidades de avaliao mais adequadas para os processos de ensino e de aprendizagem que se do por meio de artefatos sociais, justamente porque os ambientes virtuais oferecem ferramentas de registro de participao qualitativa de todos os envolvidos no processo educacional, de modo que, enquanto instrumento de interao, permite, na avaliao formativa identificar as dificuldades e nos processos de aprendizagem dos estudantes, e fazendo adaptaes pedaggicas durante o percurso.

H, ainda, o fato de a noo de autorregulao ter um largo escopo conforme destaca Figueiredo : Motivacional auto-percepo influencia a motivao e o feedback do professor fundamental ; Metodolgicas que podem ser de: leitura; escrita; compreenso; memorizao e metacognio ; Temporal planificao e gesto do tempo ; Volitivas processo que guia as suas aes, vontade prpria ;.

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Assim, possvel ressaltar a importncia de estudos voltados para os processos de regulao, e mais especificamente de aprendizagem autorregulada, por envolver metacognio, motivao intrnseca e outros fatores motivacionais, tais como espontaneidade para se esforar e persistir cf.

Neste sentido, o uso do artefato social gera possibilidade de se transferir o status do "erro" do aprendiz no processo de ensino e de aprendizagem para a dimenso construtivista, mais propriamente na perspectiva piagetiana, na qual a interpretao do conhecimento apresentado pelo estudante de forma processual no ambiente virtual de aprendizagem transforma-se em construo de conhecimento socialmente partilhada; ao mesmo tempo em que reconhece o que postula o mestre Vygotsky acerca da importncia do papel da interao para o desenvolvimento humano.

Em qualquer nvel, etapa ou modalidade de ensino, a m gesto dos erros e dificuldades encontradas podem levar a uma aprendizagem de baixa qualidade. Alm do mais, tomando-se as palavras de Figueiredo , p.

Sanmart aponta que as dificuldades e erros dos estudantes provm, fundamentalmente, de como eles percebem o que aprender. Destaca, por outro lado, que as atividades de avaliao deveriam ter como finalidade principal proporcionar e favorecer o processo de regulao - autorregulao, corregulao e autoavaliao -, de maneira que os prprios estudantes possam detectar suas dificuldades e, a partir da, desenvolver estratgias e instrumentos para super-las.

Os estudantes, particularmente aqueles com um bom desempenho, podem relutar em escrever sobre seus equvocos ou dificuldades, pois isso resultaria em uma avaliao negativa de suas habilidades ROBERTSON, Tal aspecto reforado por Sanmart , p.

Todavia, o erro o ponto de partida para. Assim, parte-se da obviedade do pressuposto da importncia de se explicar claramente aos estudantes os seus objetivos de trabalho ensino , para se propor como fator imprescindvel possibilitar o anonimato para se trabalhar com erros e dificuldades encontradas. Ademais, de acordo com Sanmart , a Avaliao Formadora cujos fundamentos tericos so deduzidos principalmente da Teoria da Atividade de Leontiev aquela que busca desenvolver a capacidade dos estudantes de se autorregularem.

Caracteriza-se por estimular os estudantes a se regularem, condicionados a: a apropriarem-se dos objetivos da aprendizagem; b serem capazes de prever e planejar adequadamente as operaes necessrias para realizar um determinado tipo de tarefa; e c apropriarem-se dos critrios de avaliao. Por fim ratificando a relevncia do presente trabalho, observem-se. Escolhidas pela rede de Educao APEC Asia-Pacific Economic Cooperation , como uma preocupao internacional urgente, a terceira e a quarta competncias reforam a justificativa deste trabalho de pesquisa de forma especial por enfatizar a importncia de trabalho em equipe e a presena da regulao na aprendizagem.

Porm no contexto desta pesquisa, ser utilizada uma plataforma social educativa REDU5 que, segundo Gomes et al.

Foi concebida para que estudantes e profissionais do ensino dispusessem de ambientes de armazenamento e, resoluo colaborativa de provas e visualizao do desempenho MELO, Participaram do estudo, estudantes de duas turmas do 10 ano do Ensino Secundrio do Agrupamento Morgado Mateus em Vila Real - Portugal correspondente ao 1 ano do Ensino Mdio no Brasil com a implementao do aplicativo API "Cooperao" que viabilizou a regulao das dificuldades encontradas pelos 4 5.

Acesso 01 de julho de A corregulao foi usada como estratgia para a obteno da autorregulao da aprendizagem, trabalhando na Zona de Desenvolvimento Proximal ZDP - A distncia que medeia entre o nvel real de desenvolvimento do estudante, determinado pela sua capacidade real de resolver problemas individualmente, e o nvel de desenvolvimento potencial, determinado atravs da resoluo de problemas sob orientao de adultos ou em colaborao com pares mais capazes VYGOTSKY, Os processos de autorregulao dos estudantes originam-se de uma internalizao da regulao externa realizada pelos professores ou colegas de classe, transformandose progressivamente em um processo de corregulao6.

Ao se falar em corregulao da aprendizagem - termo ao qual subjaz a ideia de "operao em conjunto" -, pressupe-se que i nenhuma interveno externa efetiva se no for percebida, interpretada e ento assimilada pelo aprendiz; e ii o "sujeito aprendiz" possui papel central no desenvolvimento de aprendizagem.

Assim, na aprendizagem corregulada, os sujeitos aprendizes podero operar em conjunto de trs formas: avaliando a aprendizagem em pares; avaliando cooperativamente; e avaliando colaborativamente. A avaliao ser em par diz da forma organizacional do evento interativo. Quanto cooperao e colaborao, distingue-se a primeira da segunda por ser a cooperao relativa ao esforo individual complementar do aprendiz, ao passo que a colaborao diz respeito s habilidades prprias dos interagentes, as quais devem ser complementadas.

Nesta pesquisa, assumiu-se a posio de Damiani, Porto e Schlemmer para a diferenciao qualitativa entre os termos colaborao e cooperao. Assim, colaborao co-laborar significa trabalhar com o outro e pode se referir a uma contribuio pontual, um auxlio, algo que ir compor o trabalho em grupo, enquanto cooperar co-operar envolve um processo mais complexo, mais denso, do ponto de vista da sociocognio, pois implica operar com o outro.

Sendo assim, a cooperao caracteriza-se pela coordenao de pontos de vista diferentes, pelas operaes de. No trabalho cooperativo, o par formado pode ser o professor ou outro estudante, e o processo de utilizao do artefato s finaliza depois que acontece o trabalho cooperativo entre avaliador e avaliado. Com base na noo de cooperao, o artefato foi construdo no lastro da Teoria da atividade de Leontiev , descrita posteriormente no Captulo 2, a seguir. As vantagens e desvantagens da realizao de avaliao em pares por meio da Internet em comparao com a avaliao em pares com caneta e papel foram apresentadas por Tseng e Tsai De modo geral, em relao s desvantagens cita-se, apenas, a indisponibilidade de acesso Internet em casa, por parte de alguns estudantes.

Outrossim, a melhor regulao a que se apresenta imediatamente depois de se detectar as dificuldades dos estudantes e antes das atividades finais de avaliao propriamente ditas. Ou seja, aquela que ocorre durante o processo de ensino e de aprendizagem, tal na avaliao formadora, cuja finalidade conscientizar os estudantes de suas dificuldades e auxili-los a decidir sobre como super-las.

Voltando a Sanmart , a coavaliao avaliao em pares exige institucionalizar, em aula, um modelo de trabalho cooperativo. Ento, em sntese, neste contexto de trabalho cooperativo em pares e de forma annima, em um ambiente virtual de aprendizagem, que o aplicativo foi pensado e implementado para a avaliao formadora na plataforma Redu. Como questo de pesquisa, buscou-se responder seguinte questo: como propor e verificar a efetividade de um artefato capaz de aumentar a frequncia de aes que contribuam na autorregulao com a estratgia de corregulao das dificuldades de aprendizagem de estudantes, em situao real de sala de aula, por meio de um ambiente virtual de aprendizagem AVA?

Desta forma, a produo do artefato observou os estilos de ao intersubjetiva, passando por trs etapas do design de interao: anlise do contexto, prototipagem e avaliao, para a criao do artefato a ser implementado. A seguir apontam-se os pontos relevantes desta Tese de doutorado. Por que errei? Em certa medida, interessa-se por delinear uma proposta metodolgica importante, mas ainda distante da prtica pedaggica hodierna, mesmo nas salas de aula presenciais.

O ponto fulcral dessa questo , pois, a crena no processo de ensino e de aprendizagem a par do avano das pesquisas educacionais sobre "avaliao", voltado para o contexto de formao discente em Ambiente Virtual da Aprendizagem. Aprendizagem e aborda tambm a Teoria da Atividade na qual esta pesquisa se baseia para a realizao dos cenrios de uso, bem como para a compreenso do processo desenvolvido no aplicativo implementado.

Fundamenta, ainda, a importncia da expresso de conceitos para o ensino de cincias, neste caso, da Fsica. J o Captulo Trs descreve trabalhos relacionados ao fenmeno estudado - autorregulao com estratgias de corregulao para avaliao formadora em pares fora e dentro de Ambientes Virtuais de aprendizagem. Nele, apresenta-se uma anlise de competidores e comparao entre os mesmos, relacionando-os com o artefato proposto e implementado para a realizao desta tese.

Em seguida, no Captulo Quatro, apresenta os procedimentos metodolgicos de pesquisa utilizados no desenvolvimento da tese. O Captulo Cinco apresenta-se a proposio do modelo de artefato social para a avaliao formadora e a fundamentao terica dos designs dos prottipos confeccionados de baixa e alta fidelidade.

Tambm so abordados os ciclos de Design de interao at chegar ao aplicativo implementado. No Captulo Sete, temse as concluses dos resultados obtidos; o posicionamento sobre alguns pontos importantes encontrados tanto na fase de implementao como na fase da utilizao do aplicativo "Cooperao"; sugestes para trabalhos futuros, bem como as limitaes da pesquisa realizada na Tese.

Seguem-se s Concluses, o detalhamento da Referncias bibliogrficas usadas no estudo e os Anexos e Apndices. Teorias de Aprendizagem e Artefatos Sociais Neste captulo, inicialmente, foi abordada a Teoria da Atividade - teoria na qual se baseia a pesquisa e os principais conceitos desta relacionados com o presente trabalho. Esta foi utilizada em duas fases desta pesquisa: na fase do quarto ciclo de design da interao para a construo dos cenrios e, na fase da modelagem do processo de autorregulao com a estratgia de corregulao para a avaliao formadora.

A investigao sobre artefato social virtual para a avaliao formadora, feita por meio de corregulao num trabalho cooperativo annimo, foi fundamentada. Descrevese avaliao com enfoque nos seguintes tipos: formativa, formadora, em pares e autoavaliao. Posteriormente, descreve-se o ponto de vista abordado na pesquisa sobre metacognio e aprendizagem onde se tem: metacognio, autorregulao, aprendizagem autorregulada, aprendizagem autodirecionada, corregulao, regulao coletiva, aprendizagem corregulada e aprendizagem socialmente compartilhada.

Tambm foi abordada a importncia da corregulao na Aprendizagem de Fsica, uma vez que o Estudo de Caso realizado foi com esta disciplina curricular.

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Em princpio, os artefatos sociais promovem uma mudana de comportamento no aprendiz, uma vez que esperam que, atravs da atividade desenvolvida por cada sujeito partcipe do processo interacional disposto pelo ambiente virtual, a construo do conhecimento se d. Implica, portanto, o desenvolvimento de um novo tipo de comportamento pelo aprendiz, exigncia do prprio uso do artefato.

Dentro desse princpio, v-se, assim, que a aprendizagem concebida como uma mudana de ordem cognitiva e tambm de comportamento social, a qual deve resultar d "experincia" com o uso do artefato cf. Essa concepo de aprendizagem tem sua origem aps a ruptura de algumas cincias com o cartesianismo seiscentista e a incurso das investigaes sobre a mente humana e suas potencialidades para o aprender, como resultado da experincia vivenciada.

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Nesse paradigma, e sabendo-se que as tecnologias digitais permitem ou mesmo expandem as possibilidades de interao humana e de comunicao a distncia, as pesquisas que buscam aliar o desenvolvimento tecnolgico ao desenvolvimento humano constituem um espao frtil de significados sobre o ensinar e o aprender, de modo especfico. Com os ambientes virtuais de aprendizagem AVA , a interao humana e os objetos tcnicos potencializam a construo do conhecimento e, consequentemente, a aprendizagem, transformando-se em espao disponvel construo de significados de forma aberta, cooperativa e colaborativamente.

Para este trabalho de pesquisa, toma-se por orientao basilar a concepo de aprendiz luz da Teoria da Atividade, proposta por Leontiev , desenvolvida posteriormente por Engestrm , no lastro dos preceitos apresentados por teorias. Na Teoria da Atividade o foco da investigao recai sobre a relao entre a atividade humana desenvolvida por meio da interao e a conscincia.

A nfase se d sobre o impacto psicolgico da atividade organizada e sobre as condies e os sistemas sociais produzidos na e pela atividade cf. Engestrm distingue trs geraes da Teoria da Atividade: a primeira gerao centra-se em Vygotsky, ao introduzir o conceito de mediao, no qual a relao entre o sujeito e os objetos de um contexto sempre mediada por meios, ferramentas, ou signos culturais ; a segunda gerao, a que propriamente apresentada por Leontiev e desenvolvida posteriormente por Engestrm, observa a atividade na perspectiva social - Leontiev desmembrou o conceito de atividade em aes e operaes e Engestrm, por sua vez, expandiu a proposta inicial de Vygostky, centrada no indivduo; a terceira gerao, atualmente est em busca de uma representao de uma "rede de sistemas", que se influenciam mutuamente.

V-se assim, na segunda gerao, a atividade humana analisada numa hierarquia de atividade, ao e operao, realizada por meio de aes conscientes, direcionadas a objetivos do sujeito, cujas aes so feitas por meio das operaes inconscientes, facultadas pela estrutura da atividade e pelas condies do ambiente. Os nveis de atividade no so fixos. Para essa segunda gerao, uma ao se torna uma operao quando ocorre uma internalizao automao.

De forma semelhante, uma operao pode se tornar uma ao, em situaes problemticas. A Figura 1, a seguir, proposta por Barbosa e Silva op. Observe: Figura 1 Relacionamento dinmico entre nveis de atividade.

Nesse caso, as atividades humanas so dirigidas por certas necessidades, quando um sujeito que age individual ou coletivamente deseja atingir certos objetivos e, desta forma, no pode existir como uma entidade isolada. Por outro lado, as relaes entre os elementos de uma atividade no so diretas, mas, sim, mediadas. A relao entre o sujeito e o objeto da atividade mediada por uma ferramenta, que pode ser qualquer "instrumento" usado no processo de transformao, incluindo-se tanto ferramentas materiais, quanto ferramentas para se pensar.

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A transformao do objeto em um produto requer vrias ferramentas. O objeto visto, mas no manipulado como tal, dentro das limitaes estabelecidas pelas ferramentas. Artefatos so criados e transformados durante. Nardi enfatiza que a Teoria da Atividade incorpora a importncia do contexto social, tratando-o como ponto fundamental, uma vez que os atos de cada pessoa esto refletidos na rede social de que todos fazem parte uma rede composta de pessoas e artefatos e caracterizada por sua cultura e histria.

A Teoria da Atividade trata tambm da relao entre o sujeito e a comunidade, relao esta mediada por regras que podem ser normas explcitas, ou implcitas, convenes e mesmo relaes sociais dentro de uma comunidade, relacionada ao processo de transformao do objeto em um produto.

A relao entre objeto e comunidade mediada pela diviso de trabalho como a atividade distribuda entre os membros da comunidade , isto , o que cada um far dentro da comunidade durante uma atividade. Cada um dos termos de mediao historicamente formado e suscetvel a novos e melhores desenvolvimentos cf.

UDEN et al.

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A Figura 2, abaixo, serve para ilustrar a estrutura bsica de uma atividade, segundo o modelo leontieviano, com as contribuies de Engestrm Ao se pensar em Design, segundo Uden et al. Deste modo, fornece uma estrutura na qual a questo crtica do contexto pode ser levada em considerao. Em sntese, e em consonncia com o que pensam Barbosa e Silva , a Teoria da Atividade e a crena na relevncia do contexto social para a aprendizagem motivou a utilizao desse modelo terico de aprendizagem neste trabalho, partindo-se dos pressupostos de que o comportamento humano ancorado em prticas coletivas compartilhadas e no fato da Teoria da Atividade permitir se analisar a adequao de ferramentas tecnolgicas para a prtica pedaggica, bem como favorece a investigao de como a introduo de um artefato particular pode vir a modificar favoravelmente a prtica pedaggica, ou mesmo pode favorecer a adaptao do uso do prprio artefato.

Quando as prticas coletivas compartilhadas se do no mbito da aprendizagem, a noo de avaliao deve ser alada posio de destaque, especialmente quando envolver a soluo de problemas especficos educacionais, em ambientes virtuais de aprendizagem. Essa afirmativa, de um lado, baseia-se na ateno ao fato de que as tecnologias comunicacionais devem ser usadas como artefatos sociais que promovam a interao, a qual deve se dar entre os sujeitos, mediada pelo computador, e no entre o homem e a mquina unicamente.

Deve-se a esse autor russo, a compreenso da importncia da relao entre aprendiz e professor, caracterizando diferentes "estgios de desenvolvimento da linguagem" pela criana e as evidentes implicaes educacionais. A essa "relao", Vygotsky denomina "Zona de Desenvolvimento Proximal" ZDP , cabendo ao professor "cuidar" para que os aprendizes participem de atividades que sejam relativas ZDP, conscientes da fora de influncia da cultura de aprendizagem arraigada na formao discente e docente.

Tomando-se de emprstimo as palavras de Lefranois , p. De outro lado, h que se refletir sobre o conceito de avaliao, propriamente dito. Para tanto, as diversas noes apresentadas a seguir devem assumir o princpio da parcimnia, em cincia, ou em outras palavras, devem ter o papel da "navalha de Occan"7. Afinal, o mais importante ter-se em conta, dentro da s perspectiva s terica s adotada s , qual a melhor forma de organizar as informaes obtidas com o experimento, de modo a ser possvel oferecer uma base para previses.

Para tratar do tema da avaliao, alm do papel central atribudo ao sujeito aprendiz, um importante pressuposto deve ser considerado: o de que, em aprendizagem, nenhuma interveno externa sobre a atividade desenvolvida pelo estudante efetiva se ela, a atividade, no for interpretada e assimilada pelo prprio estudante na ZDP, logo, depende da mobilizao de sua capacidade tambm perceptiva.

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Entende-se, assim, a avaliao como um ato de comunicao, que deve se dar na relao. Em outros termos, a avaliao dever apresentar mecanismos de regulao de processos cognitivos, metacognitivos e sociais, atribuindo-lhe o papel de "desvelar" o modo como o sujeito aprende.

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Surgem, ento, novos termos para integrar o sentido de avaliao. Seja numa viso mais pedaggica - o professor como protagonista -, ou mais cognitivista - os processos mentais individuais assumem a posio principal na observao -, em qualquer perspectiva do cenrio do sculo XXI, a concretizao do trabalho pedaggico que deve promover a regulao da aprendizagem cf.

Segundo Perrenoud , p 33 : A avaliao inscreve-se sempre numa relao social, uma transao mais ou menos tensa entre, de um lado, o professor e, de outro, o estudante e sua famlia.

Nem sempre h uma negociao explcita. Avaliao , pois, um processo de recolha e anlise de informao, destinada a descrever a realidade, emitir juzos de valor e facilitar a tomada de decises.

De modo geral, distinguem-se as seguintes modalidades de avaliao: diagnstica ou inicial; qualificadora; formativa; formadora; somativa; e final. Pode, ainda,. Segundo Sanmart , a avaliao, entendida como autoavaliao e coavaliao estabelece o motor de todo processo de construo do conhecimento. A seguir, so destacadas quatro, das seis modalidades de avaliao supracitadas, a saber: avaliao formativa; avaliao formadora; avaliao em pares; e autoavaliao.

Esta definio no mais usada. Mais recentemente, pesquisadores tm ampliado o conceito de avaliao formativa pelo seu uso em descrever avaliao do trabalho do estudante que ainda est em construo. Segundo Sanmart , p avaliao formativa a modalidade de avaliao que se realiza durante o processo de ensino-aprendizagem. Seu objetivo identificar as dificuldades e os processos de aprendizagem dos estudantes, a fim de poder adaptar o processo didtico dos professores s necessidades de aprendizagem dos estudantes.

Tem uma finalidade reguladora da aprendizagem e do ensino. Trs tipos de indivduos podem assumir o papel de avaliador na avaliao formativa, de trabalhos de estudantes em sala de aula: o professor, o prprio estudante e o par estudante. Embora os professores sejam os avaliadores mais comuns e a avaliao formativa realizada por eles tenha originado resultados positivos em vrios estudos, muitos deles so relutantes, ou se sentem constrangidos para fornecer este tipo de avaliao, principalmente por causa da quantidade de vezes necessrias para o fornecimento de feedbacks8 teis para isso cf.

Avaliao Formadora Na avaliao formativa ao professor que cabe o papel de regulador, enquanto na avaliao formadora ao estudante. Neste mbito, ao professor cabe a funo de conseguir que os estudantes participem na elaborao dos critrios e objetos de avaliao a fim de se apropriarem dos mesmos e atravs da autoavaliao serem capazes de identificar o xito, ou no, da concretizao dos objetivos de aprendizagem.

Neste sentido, consideramos que a avaliao formadora de fato capaz de favorecer o desenvolvimento de competncias dos estudantes ao atribuir-lhes maior autonomia e responsabilizao sobre o processo formativo. Lisba, Bottertuit Junior e Coutinho defendem a avaliao formadora por ser integrada na aprendizagem e favorecedora do dilogo crtico entre os atores, servindo assim para o desenvolvimento da autonomia e da autoavaliao indispensveis ao desenvolvimento de competncias.

O paradigma anglo-saxnico de avaliao formativa reconhece o papel do feedback como central ao desenvolvimento do processo, logo centrado no professor; o paradigma francfono tem nos processos mentais cognitivos do estudante o foco da ateno no processo avaliativo. Sendo assim, a avaliao formadora aquela que se caracteriza por promover a autorregulao aos estudantes ao se apropriarem dos objetivos da aprendizagem e dos critrios de avaliao; bem como dos planejamentos adequados s operaes necessrias para realizar um determinado tipo de tarefa.

Desta forma, a que busca desenvolver a capacidade dos estudantes de se autorregularem cf. Avaliao em Pares Falchikov definiu avaliao em par como o processo atravs do qual grupos ou indivduos avaliam seus pares, em situaes especficas de interao.

Trs anos depois, Topping usou uma definio semelhante,. Em , Vermetten, Daniels e Ruijs afirmaram que avaliao em par uma avaliao de natureza objetiva, direta, por apresentar no s o que foi aprendido sadas , mas tambm o onde, para que e como se aprende processos. A validade da avaliao em pares , muitas vezes, a maior preocupao dos professores. Em seus estudos Tseng e Tsai tambm se preocuparam em verificar a correlao entre a classificao de avaliao em par online e a avaliao do professor.

Seus resultados ratificaram as pesquisas j realizadas em formato tradicional de caneta e papel, implicando que a avaliao em par pode ser percebida como um mtodo de avaliao vlido. Alm do mais, os benefcios da avaliao em par so diversos, como: melhorar a aprendizagem do estudante; ajudar os estudantes a desenvolverem certas habilidades nas reas de comunicao, autoavaliao, observao, e autocriticismo.

Sendo assim, a avaliao efetivada em par requer ateno para os fatores sociais que influenciam o processo de interao. Por isso, Gennip et al. Autoavaliao Define-se autoavaliao como sendo a avaliao que o estudante faz de sua prpria produo, atendendo critrios propostos e negociados previamente cf.

Para Perrenoud b um dos caminhos para se desenvolver a autonomia na aprendizagem atribuindo papel central avaliao formadora, o que promover o desenvolvimento da capacidade de autoavaliao do aprendiz. A autoavaliao para ser efetivada necessita, portanto, do exerccio docente alicerado em modelos pedaggicos que estimulem o exerccio de atividades sociocognitivas pelo aprendiz.

Em outras palavras, para que o processo de autoavaliao seja implementado pela ao pedaggica, necessrio que a situao de aprendizagem d espao e crie as condies adequadas para o desenvolvimento de processos de regulao da interao, transformando o ambiente de aprendizagem num espao favorvel ao exerccio pelo aprendiz, de sua capacidade autorregulatria do processo de construo do conhecimento e consequente melhora da habilidade em se autoavaliar.

Estudantes monitorando seus prprios progressos por meio da autoavaliao formal podem melhorar suas habilidades de autorregulao conceito abordado mais adiante e seus desempenhos. Alguns pesquisadores observam as vantagens e desvantagens dos diferentes modos organizacionais da avaliao, de forma no excludente, mas sugerindo a integrao das modalidades, observando-se diferentes aspectos.

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Autoavaliao e avaliao em pares tm recebido um aumento de ateno como estratgias alternativas porque envolvem os estudantes, de forma mais ativa, na sua prpria aprendizagem cf. Sung et al. Ao propiciarem aos estudantes oportunidades para se observarem, bem como observarem o trabalho de seus pares, encorajando-os a refletirem sobre ambos os esforos e julgarem a apropriao dos padres que fixaram para eles mesmos, esses dois processos so relativamente auxiliares na promoo do auto-monitoramento e da regulao entre estudantes.

Como se v, a avaliao em pares tem a potencialidade de ser benfica tanto para o avaliador quanto para o avaliado. Como a autoavaliao, a avaliao em pares pode ter um efeito sobre o tempo que os estudantes empregam em uma tarefa e sobre seu nvel de engajamento nela.

Ozogul e Sullivan relatam que a avaliao em pares propicia aos estudantes oportunidades para comparar seu prprio trabalho com o trabalho do seu par.

Tal processo pode resultar numa conscincia metacognitiva maior e contribuir para o desenvolvimento da autoavaliao. Em seu trabalho, Topping concluiu, por meio da sua meta-anlise de estudos de Avaliao em pares para a educao superior, que, a avaliao da escrita em pares, pode originar xitos comparveis avaliao realizada pelo professor.

Esses estudos sugeriram que o feedback do professor poderia ser combinado com uma forma de avaliao dos estudantes para determinar os efeitos de avaliao de professores e estudantes em combinao cf. Alguns estudos citados no artigo de Michinov, Brunet, Le Bohec, Juhel e Deloval , relatam a importncia da interao com os pares, apontando que tal interao favorece o xito e que os estudantes que falham, tendem a interagir menos com seus pares.

Isso reafirmado em seus resultados, onde os estudantes corregulados pela ajuda de seus pares atingem seus objetivos individuais. O tipo mais comum de comentrio foi um simples elogio ao trabalho realizado pelo blogueiro ou uma amigvel confirmao e encorajamento para persistir quando o blogueiro tinha alguma dificuldade. Isso pode ser classificado como o feedback de reforo9, o qual segundo os estudos de Tseng e Tsai quando exploraram as relaes entre as frequncias de vrios tipos de feedbacks de pares, foi ressaltado como o que mais ajuda a promover a qualidade do projeto do estudante.

Esses processos tm demonstrado produzir efeitos benficos nos aspectos cognitivos, metacognitivos e afetivos da aprendizagem dos estudantes cf. SUNG et al. Porm, existem constrangimentos dos mtodos baseados em papel e caneta, que podem ser compensados pela tecnologia na implementao de autoavaliao e avaliao em pares. Segundo Sung et al. Nesse cenrio, fala-se em processos cognitivos e metacognitivos e na importncia do feedback ao aprendiz acerca de seu processo de construo do conhecimento.

So expressos sentimentos positivos ou reconhecimento do trabalho. Este tipo de feedback as vezes ocorre na situao em que os estudantes podem ser encorajados sem conhecer explicitamente as razes.

Um dos caminhos no sentido da melhora do processo de ensino e de aprendizagem prope a investigao de processos metacognitivos. Flavell define metacognio como pensamento sobre pensamento e aborda a. De acordo com este autor, o processo de desenvolvimento pelo qual uma habilidade metacognitiva aumenta ou diminui, acontece por meio da interrelao desses quatro componentes, particularmente pela experincia metacognitiva cf.

Em sentido mais amplo, o fundamento da metacognio est na mente do indivduo. Para Moshman , metacognio o mesmo que construtivismo endgeno. Isto , refere-se abstrao reflexiva de novas estruturas cognitivas, ou das j existentes. Nesse sentido, metacognio o desenvolvimento da aprendizagem que ocorre nas interaes pela possibilidade do aprendiz refletir sobre e durante o processo cf. Autorregulao, Aprendizagem Autorregulada Segundo Sanmart , p. Essa definio alinha-se de forma profcua s diversas perspectivas tericas de compreenso dos fenmenos de aprendizagem, na atualidade.

Desde a publicao do trabalho clssico de Bandura , quando descreveu a autorregulao como um mecanismo comportamental sob a influncia do meio, o nmero de estudos sobre o fenmeno de autorregulao continuaram a crescer cf. Tericos como Corno e Mandinach inicialmente trataram a aprendizagem autorregulada como uma teoria integrada de aprendizagem deliberadamente atendendo propor a interao de fatores cognitivos, motivacionais, e contextuais melhor que suas contribuies isoladas.

O foco regulatrio foi relativamente amplificado na aprendizagem autorregulada, ao integrar ambas as teorias endgenas e exgenas, dentro do que Moshman descreveu como construtivismo dialtico. Na aprendizagem autorregulada, a aprendizagem exgena e o desenvolvimento endgeno no tm predominncia um sobre o outro.

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Os dois existem numa relao de compreenso recproca e de facilitao cf. O percurso do desenvolvimento de aprendizagem autorregulada pouco diferente das trajetrias de metacognio e autorregulao. Especificamente, enquanto metacognio e autorregulao se desenvolveram em paralelo com pouco cruzamento de experincias observveis, muitos modelos de aprendizagem autorregulada incorporam aspectos de ambos, metacognio e autorregulao, para formar esta lente sobre monitorar o aprender op. No modelo de autorregulao da aprendizagem apresentado por Zimmerman existem trs fases: Planejamento P , Execuo E e Autorreflexo A.

A corregulao ocorre nesta ltima fase, na estratgia de aprendizagem denominada autorreao. V-se, assim, que Zimmerman concebe a corregulao como uma estratgia metacognitiva de natureza reativa. Estudantes, inicialmente, desenvolvem habilidades autorregulatrias, por meio de treinamento social, mas gradualmente adquirem habilidades necessrias para tomarem, sozinhos, as suas iniciativas. Sendo assim, numa perspectiva cognitiva social, o desenvolvimento da aprendizagem autodirecionada, por sua natureza, requer interao social com padres eficientes.

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