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Manda Um Sinal. Carlos & Jader. Te quero e se te quero. Vou andando feito fera atrás do seu amor. Te vejo e te desejo e me preocupo. É que eu já sei que. Carlos & Jader - Manda Um Sinal (Letra e música para ouvir) - Te quero e se te quero / Vou andando feito fera atrás do seu amor / Te vejo e te desejo e me. Download Carlos e Jader - Manda um Sinal, Baixar Carlos e Jader - Manda um Sinal, Carlos e Jader - Manda um Sinal.

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Clic em RemoveProtexis. Michell de Oiveira. A intenqao political do senador 6 evidence e- pode ser tomada como ressentimento de derrotado. O motor dele possui emenda automtica e sincronizao para trabalhar com sons de vinil sem estragar seus CDs ou MP3s, podendo fazer os barulhos atravs da plataforma giratria. A revista comeou com revistinhas de vinte pginas distribudas dentro de outras revistas da Abril a edio zero. N consegui tb!!! O Counter-Strike foi um dos responsveis pela massificao dos jogos por rede no incio do sculo, sendo considerado o grande responsvel pela popularizao das LAN houses no mundo. Henrique e Juliano. Aguardo um help. Ojornal partiu para o ataque frontal ao senador do PMDB, procu- rando logo caracterizA-lo como o grande ini- migo dos interesses do Estado por haver for- gado a derrubada do regime de urgencia para a tramitagdo do process da divida paraense. Mobstaz A res- posta seria mais fAcil e categ6rica se a grande im- prensa, dispondo de today a margem de liberdade possivel, nao estivesse sonegando A opiniao pt- blica informag9es, anAlises e perspectives vitais. Tamanho: 28,54 Mb Download [MegaUpload]. Rick Sollo. Memoria MBs Processador de 2.

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Contras: só q pra ouvi a radio tem q ter o programa mas tirando isso é perfeito. Fiquei séculos procurando um site que me desse um serviço desses de graça. Programa perfeito. Contras: Cê tem que ter banda larga e ip-fixo. A radio funciona maravilhosamente bem. Contras: Nenhum. Maravilhoso, pena que é só pelo ShoutCast Winamp Contras: pra configurar é só prestar atençao nas dicas passo-a-passo do baixaki q vc consegui. Contras: nadica de nada Otimo programa realmente e bacana mesmo parabens a equipe do baixa ki!!!

Nada de ruim meeeesmo! Como outros ouvem a radio? Alguém sabe como?

Carlos e Jader – Manda um Sinal

Qual url certa p add? Depois é só informar o endereço aos amigos e soltar o som! Contras: Nada! E para os que tem dificuldade em configurar, mais claro que o tutorial Baixaki impossível!

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Muiiito boom!!!!! Se alguém puder me ajudar. Me ajudem por favor!!!!!!!!!!!!! Em outros casos os provedores de acesso bloqueiam as portas http e ftp 80 e 21 aí é preciso usar outras portas para conectar Contras: ninguem consegue ouvir Como durante os debates na Assembldia Legislativa sobre a lei complementary de organizagao judiciAria, um catatau des- conexo, remendado, corn desordenados artigos, alguns francamente inconstitucionais, que atende pelo nome de C6- digo Judiciario.

A inadequagao do document deixou os deputados em duvi- da: poderiam voltar a remenda-lo, incorporando emendas capa- zes de sanar suas mais gritantes falhas, ou simplesmente deve- riam arquiva-lo, forgando a apresentagao de um substitutivo que tivesse pelo menos a clarividencia elementary de considerar as transformag6es introduzidas em pela constituiqao.

Embora a lei se destine explicitamente a organizer o judicid- rio, o projeto elaborado pelo TJE aborda assuntos administrati- vos que nao Ihe dizem respeito. A boa tdcnica recomenda que tais quest6es sejam tratadas em lei especifica. Privilegios que se tornaram inaceitaveis, como as fdrias coletivas em ju- Iho, permanecem no projeto enviado ao legislative. Tudo como se a justiqa vivesse num mundo A parte, e, estan- do tao enquistada, se julgasse acima do bem e do mal.

Ou ela desce voluntariamente atd a sociedade, ou, mais cedo ou mais tarde, sera arrastada para o meio dos homes, que a buscam e dela necessitam, nao como quer ser, mas como precisa ser. Nao vi e nao vou falar sobre a pega "Galvez, o imperador do Acre", transposta do romance ou seria novela? Direi duas on tries coisas que penso saber sobre o "antes" da encenagao. Algo sobre political cultural, o teatro como parte da sempre problemAtica intervengao do Estado em assunto de cultural.

Mas nao o suficiente para permitir ao criador realizar suas audaciosas preten- s6es, nem para garantir ao espetAculo as caracteristicas que um publi- co pagante teria o direito de exigir, ou seja, um padrao professional compativel. JA ai hA um erro de concep9ao, um impasse dificilmente resolfvel.

Talvez essa "obra-em-progresso" fosse viavel se vivessemos num ducado e dom Paulo fosse realmente um mecenas ou o rei Almir, o Gabriel, quiqA. Assim, o director poderia peregrinar A vontade atras de vocag6es na- turais para as artes cenicas, mantendo-as por meses A custa de tiquetes de transport e refeicgo, al6m da in6dita oportunidade de desfrutarem das coxias dos brancos.

Corn a matriz de um espetaculo da Broadway nas maos, o diretorjuntaria esse exercito Brancaleone a umavanguarda de bons profissionais, desse amalgama, corn a mais legitima alquimia, obtendo um espetaculo verdadeiramentefelliniano, construindo a obra enquanto a pr6pria obra fosse sendo apresentada, sem precisar se pa- gar, nem mesmo minorar o reles prejuizo material.

Naturalmente, as burras do tesouro pfiblico estariam abertas para financial esse experiment vanguardista e garantir o livre acesso dos espectadores.

De outra maneira, como conceber que algudm tire o vil metal do pr6prio bolso para assistir num dia a uma peca que estarA substancialmente modificada no espetaculo seguinte, presumindo-se que, um dia depois do outro, o espetaculo estara cada vez melhor, at6 que, em data nao previamente estabelecida, chegara A sua plena matu- ridade quando, na evolugao real que teve a peca, indo de 10 reais o ingresso mais caro A gratuidade, no curso de meia ddzia de apresenta- 96es, os espectadores acabariam pagos para assistir.

Estamos a ver, como diria qualquer elementary observador, que tal empreitada nao 6 possivel em nossos dias e nesta terra, se 6 exe- qiiivel fora de herdades reais dominadas por um imico senhor de baraqo e cutelo. Amir Haddad props para si mesmo uma equagao sem soluqao, transferindo para os objetivos e determinados limits do palco a irrisao sem fronteiras de seus happenings de rua do pr6- Cirio ou esquecendo que o tempo passa, passando por cima dos que ignoram esse passar.

Mas corn um prego, que algu6m precisou e ainda precisarA pagar. Chega de cabegas coroadas conceberempara si espetAculos que exi- bem para regalo pr6prio, A prova de qualquer critical, mas corn dinheiro do erArio. Se era para former palco e plat6ia, faria melhor o govemo usando essa mesma verba para financial bolsas de estudo em beneficio de voca ies espontAneas, como as que "Galvez" talvez tenha espasmo- dicamente despertado e que abandonara a partir de agora , custear cur- sos dados por bons profissionais, restabelecer manifestaq6es da arte popular como os "passaros" originals e promover concursos de dra- maturgia e espetAculo.

Talvez haja mais anonimato do que notoriedade nesse projeto, o que nao deve atrair o interesse dos genios. Mas certa- mente sera maior e mais profundo o beneficio.

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Na edi- qjo 1. A pretexto de ensinar as pessoas a "ganhar verniz" cultural para im- pressionar em encontros sociais e assim ad- quirir status, a revista dos Civita talvez haja prestado algum serviqo aos carreiristas.

Mas fulmina a pr6pria cultural que utiliza como mat6ria prima, descarnando-a como se fora um animal qualquer de couro duro ou cuja finica serventia estA na pr6pria cobertura, sem nada por dentro que valha a pena.

Os dois jornalistas que Trotsky chama- ria de "desnatadores da cultural asseguram: ler os 14 livros por eles indicados, mesmo sem chegar ao final, 6 garantia para "nao fa- zer feio em sociedade" e igualar-se "Aquele colega carreirista que, esperto, ja enveredou por esse caminho". Caminho segundo o qual, para aparentar erudiqAo, "nao 6 precise tan- ta leitura assim". De fato, como observa a dupla criadora do manual, muita gente costuma falar do contefido de livros que jamais leu sem o menor constrangimento e, freqiientemente, sem deixar marcas da fraude.

SerA o crime perfeito sempre que essa mistificagAo for consumada apenas entire fraudadores: al- gu6m corn cultural real percebera e revelara o engodo, por mais que isso demand tempo e mesmo que nao consiga evitar os danos do artificialismo.

HA um exemplo extremado. Gerag6es universitArias foram obrigadas, por maus professors ou estrabicos guias de leitura, a penetrar no marxismo atrav6s do fil6sofo francs Louis Althusser.

Nao foram poucos os que restringiram seu contato corn as id6i- as de Karl Marx a esse vulgarizador. S6 quem tivesse bebido na fonte original podia perceber que o pensamento de Marx exposto por Althusser perdia tanto em au- tenticidade quanto em clareza, virando umn patois tipicamente parisiense. Mesmo essas pessoas, entretanto, seriam incapazes de imaginar o que Althusser viria a confessar em suas mem6rias pr6-ag6nicas sugestiva- mente intituladas "Antes que me esquega" : jamais lera Marx no original, valendo-se dos int6rpretes.

As vezes a participagco do intermediA- rio 6 fundamental. E claro que, na essencia, o poema continuous o mesmo, assegurando a grandeza de T.

Mas Pound lhe deu refinado acaba- mento, ajudando a eleva-lo A condigao de um dos grandes poemas deste s6culo e de todos os tempos. Essa d umna exceqAo e um caso muitissi- mo especial. Por isso, 6 indispensi- vel ir ao original. A nao ser que, como em muitas das "transcriaq6es" dos irmaos Harol- do e Augusto de Campos, o original sirva de escadapara a realizagao do que o tradutor nio consegue alcangar enquanto poeta. Ler essas obras primas apenas para citi- las, apenas para impressionar terceiros e conquistar vantagens pessoais?

Quantos nao gostariam de ser isso? Ao inv6s de buscar a tal da "inteligencia emoci- onal" nos manuais de auto-ajuda ou nos fe- tiches, racionais e irracionais, podemos nos situar diante de arqu6tipos perenes e defini- tivos, engendrados por cabecas unicas na his- t6ria da humanidade, por artists, intelectu- ais e g8nios, inteligEncias que captaram sabe-se 1a por qual process cognitive as- pectos da nossa estrutura que nos acompa- nharao enquanto formos homo sapiens.

Aprendi mais sobre o comego da civili- zaqAo lendo a Iliada de Homero do que todos os manuais de hist6ria. Jamais se conseguira discernir o que era realidade do que foi modificado oun inventado pela imaginaqao do grande poeta, que dava o mesmo tratamento a personagens tao de- siguais quanto homes e deuses.

Mas a realidade nunca foi tao viva, muita mais "realista" na imaginaqco do que as recons- tituig6es de dpoca feitas pelos estfidios ci- nematograficos de Cinecittd. Nenhum relato de batalha se iguala ao que Homero fez do cerco de Tr6ia. E nao ha malhagao em academia ou badalagdo cos- mopolita em torno do mundo capaz de criar uma mulher como a Ana Karenina de Tols- t6i.

Quantas gera96esja nao se apaixonaram por ela? Quantas ainda virao a se apaixonar, conhecendo-a por inteiro? As 14 leituras indicadas por Veja sao 6leo denso e nao verniz de superficie o que, talvez, seja o mAximo que a revista possa oferecer corn sua versao pastiche. En- ganadores que dao a esses clAssicos o uso oportunista os ha aos milhares, mas eles sao um element bizarro, uma anomalia, uma deformidade da cultural.

Esse dis- tanciamento critic, contudo, inexiste. A ma- tdria iguala-se As situac6es que pode ter pre- tendido satirizar. Tamb6m os autores pare- cem ter, corn as 14 obras que relacionaram, contato superficial, atravds de orelhas de li- vros, de trechos lidos aos saltos ou de inter- mediArios. A critical de Virginia Woolf ao Ulysses, de James Joyce, por exemplo, 6 bastante aci- da, mas recomendar apenas a leitura de Dublinenses, os contos mais "inteligiveis" do escritor irland8s, 6 ignorar que, sem sua pretensao, Joyce nao teria dado A sua obra mais famosa e, 6 claro, menos lida o posi- tivo papel de vanguard que ela legitimamen- te desempenhou.

Ulysses nao 6 propriamente para enten- der ao menos conforme parametros cartesi- anos , mas para sentir, ainda que nao corn o coraqdo. S6 sentira quem, antes de chegar ao caos irlandes de Joyce, tiver passado pela literature que ele absorveu, negou e tentou destruir sobretudo o romance. Sem essa preparaqao pr6via, nao sentira nada, nerm entenderA academicamente falando.

Seu c6rebro nao estarA preparado para escapar As armadilhas racionalistas do pensamento. Sim, este 6 um dos mais belos contos jA escritos em todos os tempos. Mas sempre que algu6m for colocado diante de uma armadilha parecida, pode sair-se corn este paralelismo mais concrete: 6 melhor ter um inico chocolate delicioso para comer ou uma caixa cheia deles?

Grande Sertao 6 uma caixa de terceiras margens, dando maior prazer por mais tem- po. E me pergunto: em qual outro texto o sertAo brasileiro estA mais vivo, mais cheio de sons, de visagens, de terra, de animals e de homes, sem a necessidade de um redu- cionismo sociol6gico, econ6mico, antropo- 16gico ou politico explicativo ou analitico, empobrecendo algo tao complex? Ningudm chega a esses 14 monumentos humans, feitos de coisas imateriais, para extrair citaq6es.

Antes de mais nada, chegar tarde a esses livros pode prejudicar ou inuti- lizar seu pleno uso. Fico furioso corn toda esse lixo para-didAtico, essa an6dina para- literatura, que desvia as criangas e osjovens das fontes e das matrizes. Como condensar Homero, Shakespeare, Dante ou Prosut? Como destacar apenas uma parte da obra, supondo que, depois, ojovem sera estimulado a ir ao texto integral? E a mesma visao amputadora que vicia o uni- versitario nas apostilas e nos capitulos de livros, indicados por professors obtusos, que querem fichamentos, mas nao compre- ensao, adesao e nao controversial que e a verdadeira gestadora de id6ias , uma chapa e nao o rolo complete do filme.

Formaqgo desse tipo ird bitolar as pes- soas, empobrecendo sua percepqdo e en- tendimento, quase impossibilitando-as como agents criadores. Quem ler sabe que nao ha nenhuma mendo a baratas no livro". Kafka nao precisou escrever a palavra barata para nos fazer perceber, atrav6s da descriqao da sufocante metamorfose, a qual inseto es- tava se referindo.

Boa literature nao 6 al- manaque Capivarol. Afinal, que criatura Veja quer engendrar corn essa formula falsa? Algu6m capaz de concordar de imediato com o catecismo in- quisitorial dos dois jornalistas, segundo o qual Lolita, de Nabokov, e "o melhor texto escrito no sdculo", assim, de bate-pronto e olhos fechados para algumas dezenas de al- ternativas A altura ou melhores ; ou de que Edipo Rei, de S6focles, 6 a maior pega tea- tral, nessa mania classificat6ria que, abso- lutizando, imbeciliza o leitor, incapacitan- do-o para perceber a diversidade no tempo e no espaqo.

Saber se relaciona harmoniosamente com qualidade, nao necessAriamente cornm quan- tidade.

Talvez Veja esteja mais pr6xima do ajuste A realidade dos nossos dias, mas ainda temos fd que estes tempos de in- cultura sejam passageiros e, se nao o forem, 6 melhor se isolar em comunida- des, como no Farenheit , de Arthur Clarke, do que nessa mistificaqao de par- venu da revista, na massificaqAo sempre nivelada por baixo. A revista pode ser mais cinicamente rea- lista, mas nao consegue nem mesmo cum- prir um dos primeiros mandamentos do jor- nalismo, que e o da submissao aos fatos, da rendiqgo A verdade quando ela for incontro- versa.

Para quem quiser ler a poesia Jose re- batizada para E agora, Jose? An- tes, deveria esclarecer que esse belo poema veio ao mundo no livro Jose, depois inclui- Os 6rgaos da administragao p6blica es- tadual ji se ajustaram ao novo modelo esta- belecido pelo Tribunal de Contas do Esta- do para os extratos de terms aditivos con- tratuais ver Jornal Pessoal n , pu- blicados agora corn mais informag6es.

Mas em terms. O Diario Oficial circulou no dia 12 de no- vembro corn sete extratos de terms aditivos do Ipasep, prorrogando por mais um ano con- tratos corn prestadores de servigos clinics, no valor de mil reais calculados para 12 meses, embora os aditivos tenham vali- dade semestral.

Nada e dito sobre os con- tratos originals, nem sobre a origem dos se- gundos terms aditivos. Nao fica claro se os valores sao sobras do contrato original ou se foram realmente aditados, constituindo di- nheiro novo. Convinha esclarecer. A Secretaria de Administragdo nao es- pecificou por quanto tempo prorrogou o con- trato de seguranga, no valor original de 27,8 mil reais, corn a Blitz. Limitou-se a dizer que a prorrogaqdo foi decidida "conformrne pre- visto no contrato origindrio ", cujo inteiro teor o distinto piublico desconhece, e claro.

Mas ndo identificou a origem do contrato. AtM a present data, foram firmados 4 quatro terms aditivos ao contrato e ape- do numa antologia que, evidentemente, nao 6 o titulo original.

UM BAIXAR JADER PARA SINAL E CARLOS MANDA

Sinal de que os autores do receituario s6 conhecem Drummond por essa via? Se essa matdria for lida e seguida tal como recomenda a revista, dentro de alguns anos bem que Ieja podia fazer um concurso para selecionar quem consegue mistificar melhor pelo receituario.

E dispensar ambos. A Re-Ratificaqdo de verba, prevista no primeiro e quarto terms aditivos ao con- trato ndo significam nem alteragdo de va- lor, nem acrescimo de services, mas tio so- mente a substituigdo de uma dota9do orpa- mentdria por outra, ou complementa9do de recursos em outros casos, que ndo o especi- fico para aquela obra. Como o secrettrio conclui sua carta dis- pondo-se a prestar "outros esclarecimentos complementares" em atendimento "ao prin- cipio da publicidade de todos os atos da Ad- ministragdo Pitblica ", este journal ihe pede novas informacges, mantendo-sefiel ao com- promisso desta seqdo, que e travar de publi- co didlogo corn as autoridades a propdsito dos atos publicados no Didrio Oficial, vi- sando o esclarecimento de todos e a forma- fdo do cidaddo.

Qual a con- trapartida dos demais parceiros do projeto? Qual o saldo das aplicag5es efetuadas ate agora, discriminando as origens? Qual a posiqdo do cronogramafisico-financeiro, em valor absolutos e relatives?

Corn esse aditivo, fecha- se de vez o orgamento da obra? Qual rubrica substituiu a anterior? De que maneira essa alteragdo ird desonerar o Estado? Desde jd sensibilizado pelo espirito pu- blico do secretdrio, aguardo seus esclareci- mentos complementares. Nao preci- sava ter incluido na sua edicgo de aniversArio os elogios indevidos que lhe foram feitos quem di- ria pelo pessoal do PT. Egydic Salles Filho, secretario de administra- 9a.

Diz ainda que o journal "for- nece as diversas 6ticas pelas quais pode ser visto o fato noticiado", garantindo assim "a expressAo do pluralismo de id6ias, que marca a condig9o humana".

E, em defesa do journal, invested contra os politicos, "que insisted em querer calar a boca dos jornalistas porque querem o retorno da cen- sura, das algemas", como se perseguidos por po- derosos intolerantes estivessem os Maiorana os grifos nas citag5es sdo meus.

Qual 0 Liberal Egydinho estara lendo? Deve ser alguma edigao especial produzida para os olhos da prefeitura petista. Nao vamos lembrar n casos relatados por este journal de questbes manipula- das, ocultadas, omitidas e sabotadas pelo journal dos Maiorana em passado recent da morte de Paulo Fonteles ao projeto Salobo ver Jornal Pessoal 1 a Edmilson Rodrigues se elegeu a despeito de toda a campanha feita pelo journal dos Maiorana em favor do candidate da casa, Ramiro Bentes.

Vencedor da eleigao, Edmilson sumiu do noticia- rio de 0 Liberal. Mesmo como prefeito empossa- do, ficou seis meses na geladeira neolitica dos funds do Bosque.

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Quando o journal era obrigado a tratar de algum tema da administragco munici- pal, o fazia com ma vontade, atropelando ou dis- torcendo os fatos.

Nao reconhecia o direito de res- posta. Omitia o nome do prefeito. Tudo comecou a mudar quando a prefeitura aceitou compor o pagamento da divida da admi- nistrailo passada, comeqando a quitA-la. Nao ape- nas isso: autorizou novas insergoes publicitarias nos veiculos do grupo. Al6m disso: praticamente restabeleceu a programagio anterior, que chegou ao paroxismo desvairado em , o ano da elei- cao deixando restos a pagar de 1,2 milhao de re- ais s6 com o grupo Liberal, dos quais o entAo se- cretArio de finangas, Geraldo Lima, s6 reconhecia um tergo do valor como legitimos.

E foi al6m de toda a imaginagio: deu mil reais para aumen- tar o lucro do journal na venda de fitas de video, parceria in6dita em todo o mundo nesse tipo de promogao tipicamente commercial nenhum jomal foi buscar subsidio official porque a rentabilidade do neg6cio 6 satisfat6ria. NAo foi, portanto, nem volunttiria e nem gra- tuitamente que 0 Liberal cumpriu o que seria seu dever: cobrir jomalisticamente as atividades da principal prefeitura do Estado. Nem mesmo pro- fissionalmente se tem comportado: a mi f6 anteri- or das critics foi substituida pela condescenden- cia interesseira das veiculaqbes de hoje.

A opiniao piblica, mal informada no primeiro moment pelo sectarismo do journal, continue mal informada hoje pelo adesismo oficialesco. Mudou ao ouvir o som de moedas no cofre.

Se o secretirio acha que isso 6 political editorial, eu nao sei mais o que 6 chantagem. Egydinho jA leu nas paginas de 0 Liberal al- guma critical aos Maiorana? JA viu nesses pap6is retintados alguma denincia contra a empresa?

Tem lembranga de alguma polemica sobre a li- nha editorial da empresa? EstA seguro de que o index foi abolido e todos os personagens p6bli- cos podem ser citados, bastando para isso que sejam noticia? Pode assegurar que 0 Liberal desistiu de tentar manobrar a vontade da socie- dade e nao mais utilizara a divulgagao tendenci- osa de pesquisas eleitorais, como fez nesta ulti- ma, com suas cinzas ainda vivas?

A vice-prefeita Ana Julia Carepa, que tamb6m participou das comemoragSes de aniversario, e antes se proclamou vitima desse tipo de manobra, jogou seus confetes corn mais comedimento e par- cim6nia. A quase-senadora tem a elogiAvel cautela de, contrariamente ao seu companheiro, nao afir- mar que esse 6 o jornalismo praticado por 0 Liberal.

Todos, inclusive desafetos, gostaria- mos, no fundo do coraglo, que assim fosse. Mas assim, de fato, nao 6 e estA muito distant de se-lo. Pelo contrario, 0 Liberal vem desempe- nhando o triste papel de responsAvel pelo en- fraquecimento da opiniao p6blica, pelo distan- ciamento entire a percepeao e a realidade, entire a agenda dos cidadbos e a pauta dos persona- gens decis6rios, entire o que 6 revelado ao dis- tinto p6blico e o que 6 concebido, urdido e exe- cutado nos bastidores e escondido ate a incon- fidencia utilitaria , entire os acontecimentos re- ais e os noticiados pela imprensa.

Nao se pretend que uma prefeitura democrA- tica e altiva ignore o principal grupo de comuni- cagaes ou invista contra ele. Deve tratA-lo corn respeito, na media do seu merecimento. Mas curvar demais a espinha deixa ao desabrigo par- te mais intima do corpo, que o pudor e mesmo o erotismo deveriam manter agasalhada. Quando nada, para evitar o escarnio dos contempordneos mais atentos e o desprezo dos p6steros melhor informados. Alem de nao permitir que a honra de todos se nivele pelo desprezo que uns poucos poderosos dedicam A honra alheia, achando que para manter essa submissao 6 suficiente deixar A mesa as 30 moedas.

Nao tenho a menor capacidade para avaliar o livro, destinado especialmente aos estudantes de graduagao e p6s-gra- duaqao nas Areas mddica e biol6gica, corn conhecimentos bisicos de estatis- tica. Mas fiquei imensamente feliz ao mero contato corn a obra, por virios motives. Em primeiro lugar, por verificar que o principal autor, Manuel Ayres, um dos mestres que honraram a Universi- dade Federal do Pari, nao foi aposen- tado pelo desvio de carreira como con- selheiro do Tribunal de Contas do Es- tado.

Significa que as qualidades de pesqui- sador do mddico Manuel Ayres nao fo- ram anuladas, nem mesmo comprome- tidas pelas engrenagens burocriticas do TCE. Em segundo lugar, por poder teste- munhar o trabalho de uma rara familiar no Pard: o livro mobilize tres geracqes de Ayres combinando suas especialida- des e competencias. Jos6 Marcio, outro Ayres, nao apa- rece na autoria, mas 6 o responsivel pela introdugao, al6m de c6rebro e ani- mador de uma grande empreitada eco- 16gica da Amaz6nia, o Projeto Mami- raua.

Por tris de todos, separados em seus extremes por mais de meio s6culo de vida, uma grande mulher, dona Iza, que agita todos os projetos. Participei de alguns mementos da formaqao dessa academia familiar de cidncia enquanto estudava com Ana Rita na casa do doutor Manuel Ayres, no Largo da Trindade, vendo os primei- ros passes de Jose MArcio. E um pre- sente valioso para esta terra que uma familiar tao fortemente estruturada em torno desse compromisso corn a ci8n- cia esteja em plena produqao, espalhan- do frutos por galhos tao frondosos.

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Varios ficaram apenas nos dois ou tres nfmeros". Mesmo corn duas interrupg6es, o JornalPes- soal esta no seu ano de vida. Nesta quinze- na, chega a sua T edi9ao, sem qualquer falha desde maio de Para ser absolutamente correto, o diagn6sti- co teria que admitir altemativas combinadas: o ou e o e, uma explicagao sucedendo a outra, ou todas em conjunto.

Pois este JP tern sobrevivi- do por teimosia, convicqlo e falta de altemativa ao mesmo tempo. Miller Fernandes, hoje urn proscrito da grande imprensa, dizia do seu Pif- Paf, o primeiro alternative ap6s o golpe military de e inspiraao para os que viriam a se- guir , que cada exemplar era um nfmero e que cada numero era um exemplar, no sentido da excelnocia do que produzia.

No caso deste JP, cada edigao realizada pode ter sido a fltima e a future, incerta e nro sabida.

CARLOS PARA MANDA BAIXAR SINAL E JADER UM

Vive-se o present. O future 6 decorrencia. Sinal dos tempos. Este jomal nIo 6 e nem pretend ser her6ico. E, tao-somente, uma forma necessaria de fazer jomalismo.

Nao se reduziu ajornal-de-um-sozi- nho por vontade, mas por necessidade. A o ta- manho viAvel para seus recursos. Nao tenho um tostao para pagar a outros jomalistas colabora- dores. Nao disponho da menor reserve de capi- tal para investor numa estruturagto empresarial, por mais singela que fosse.

Inexiste um fundo de caixa para pemnnitir ao seu predator viajar ou mesmo recorrer ainterurbanos corn a freqt8ncia exigida pela checagem de informna95es.

A maior aspirag9o do faturamento tern sido a de cobrir as despesas industrials e de distribui- 9So. Como nem isso term sido possivel na maior parte das edi96es recentes, este journal estA con- denado ao cadafalso.